Investindo na pregação para a igreja

“E nos dedicaremos à oração e ao ministério da Palavra” (Atos 6.4)

Sentar num banco da igreja para ouvir a Palavra é importante, muito importante! Se você faz isso, você se assemelha aos que paravam para ouvir os sermões de Cristo e dos apóstolos no primeiro século (o enfoque aqui é em quem ouve não em quem prega, não temos o Senhor fisicamente nem o colégio apostólico em nossos dias, conquanto haja pastores-mestres e pregadores para a continuidade da pregação, em função da sua necessidade para a vida pela fé – RM 10:17; HB 10:38; GL 3:11; HC 2:4; RM 1:17). Jesus mesmo disse à Marta, mulher que estava desfocada de ouvir a pregação da Palavra: “…Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” Lucas 10:41,42. Maria, a irmã de Marta, havia escolhido parar, sentar e ouvir – e Jesus elogiou sua atitude. A igreja precisa disso.
Mas, dizia eu, ouvir é muito importante! Porém, depois, é igualmente importante você e eu nos levantarmos e buscarmos a Deus em oração para viver a mensagem, por isso é possível (prédica x prática). Melhor ainda meditando mais uma vez (refletindo) na mensagem, por meio da leitura da Bíblia.

Assim, é necessário às igrejas o retorno urgente ao valor da pregação; púlpitos fortes! 
Entrementes, para isso, os pastores precisam estar focados na oração e no Ministério da Palavra (Atos 6:1-5)… A Palavra precisa de foco na vida da igreja, tanto de quem ouve, como de quem prepara e prega.
As igrejas precisam tirar da mão do pastor tarefas que são dos diáconos, da(o) secretária(o) e tarefas administrativas, urgente, para o bem da igreja. A fim de ternos rebanhos mais saudáveis. E, para investir na pregação, é preciso investir no pregador, dando recursos e foco a ele.
Ministério da Palavra não é somente no púlpito, mas também nos aconselhamentos, em visita, atendimento em gabinete e conversas informais. Para tanto o pastor precisa de tempo para oração e estudo visando pregação, visitas, atendimentos, trabalho com os pequenos grupos, liderança, ensino… com a mente livre para essas coisas, sobretudo no Século 21!!! Até para o pastor durar muito tempo no ministério, dando frutos com saúde emocional e física.
Porém, colegas pastores, quem tem que dizer isso às igrejas somos nós. É interessante notar que em Atos 6:1-5 a exposição dessa necessidade e a proposta para que a igreja elegesse os diáconos e os líderes delegassem as tarefas foi dos apóstolos e não da igreja (para você pensar), eles disseram “…Não é certo negligenciarmos o ministério da palavra de Deus…” e conscientizaram a assembleia – porém se dedicaram de verdade ao ministério, e isso é responsabilidade! Adiante, pastor, estamos amparados na Bíblia para fazer assim.
OBS: Só lamento que algumas igrejas venham a fazer isso mais por influência da pregação secular da necessidade de foco nas atividades (cada dia mais percebida pelas empresas), do que por obediência à Palavra de Deus, revelada e registrada na Bíblia há 20 séculos!
Sola Scriptura!
Pr. Leandro Hüttl Dias
Charles Spurgeon. O “Príncipe dos pregadores”.
Precisamos de muitos ‘Spurgeons’ em nossos dias!

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