O mito da caverna: a caverna mudou, mas a visão de sombras continua a mesma.



Platão já havia descrito a TV muito antes dela ter sido inventada e deturpada


O que é o mito

O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia. Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platônica: como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível (conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão).
Fonte: http://www.suapesquisa.com

Uma das melhores representações contextualizadas do problema que persiste até hoje no ser humano é esta história em quadrinho abaixo de Maurício de Souza, com seu personagem “Piteco”, um homem do tempo das cavernas. Porém note no final a crítica para nosso tempo contemporâneo! A maior prova de que o ser humano é o mesmo, o que mudou foi somente sua tecnologia. Ele precisa ser despertado e informado – e a mensagem mais importante que precisa é acerca da sua necessidade de salvação, através do Evangelho de Jesus Cristo. 
As “sombras” de hoje podem ser até em imagem com resolução HD, porém, junto com tal tecnologia, não só a definição é manipulada, mas também – e principalmente – a informação… e a verdade!
 
 
 
 

Se você desejar mais informações sobre o “Mito da Caverna”, leia abaixo:


O Mito da Caverna

O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

O que Platão quis dizer com o mito
Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.

Um vídeo sobre o “Mito”:

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