Vídeo mostra movimento gay vaiando Clodovil por defender a família e ser contra a parada gay

Um deputado federal, homossexual, levantou-se contra a militância gay, por sua postura de libertinagem e anarquia.

Clodovil Hernandes (hoje falecido, 17/06/1937-17/03/2009), foi conhecido em todo o Brasil como estilista, apresentador de televisão, deputado federal e por ser assumidamente homossexual.

Na vídeo abaixo, ele é convidado para falar no lançamento da “Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual”, em 21/03/2007, no Congresso Nacional.

Por toda sua exposição na mídia, da qual sua carreira política recebeu reflexo, ele poderia ter feito, sozinho, um enorme barulho pela “causa”. Contudo, diante de uma massa de pessoas que escolheram viver como homossexuais, assim como ele, Clodovil, discursando sobre sua vida, desde seu nascimento, preferiu trazer lucidez ao grupo, e trabalhou:

  1. O valor da mulher: dentre outras qualidades citadas, destacou: “nenhum de nós teria nascido se não houvera a mãe… não sei para quê esta luta, para provar o quê?”;
  2. O valor da família (homem e mulher): “nós (gays) somos filhos de heterossexuais”;
  3. O não à libertinagem: “essa liberdade está se tornando em libertinagem”, “…a liberdade não pode ser confundida com libertinagem”;
  4. O seu desacordo com a parada “orgulho gay”: “essa parada gay; eu nunca iria a ela… eu não tenho orgulho nenhum de ser gay, eu tenho orgulho de ser quem eu sou”;
  5. A liberdade de expressão: “…por favor eu peço a todos a mesma coisa (referindo-se a respeito, pois começou a ser interrompido na sua fala) isso não custa nada, cabe a todos nós o direito de qualquer tipo de palavra…”;
  6. Prioridades políticas: “falta a nós batermos o pé pela cultura, pela educação, por outras coisas que são mais importantes”;
  7. A intolerância do movimento gay: “vocês sempre entenderão do jeito que convém a vocês”.

E… bom, não conseguiu dizer tudo o que desejava, pois os militantes gays, como de costume, não permitiram uma voz contrária às suas ideologias, mesmo sendo um dos seus. Por fim, perplexo com o nível da “militância”, disse que não iria definitivamente à parada gay, porque era a favor da família.

Ou seja: ele não era contra os gays (tanto que era um!!), mas contra essa esparrela armada. De forma muito inteligente, disse que pensou antes de falar ao movimento e contou que lutou pela vida, “alfinetando” gente que quer apenas tirar vantagem de uma cau$a, fazendo-se de vítima, sendo vilão. Há homofobia no Brasil? só se for entre eles mesmos, pois matam entre si; na maioria dos crimes envolvendo homossexuais (que são poucos em contraste com outros no País) os motivos  são passionais (parceiros matam parceiros).

Movimento homossexual: ouçam um gay assumido, que foi figura pública, e consciente sobre liberdade de expressão e a forma de se fazer democracia.

REAFIRMANDO: Cristãos não são contra homossexuais, eles os amam, opõe-se à prática (Judas 1:22-23). E, como cidadãos brasileiros, compartilham da opinião de um cidadão como Clodovil (um deputado homossexual!), repugnando um movimento anarquista.

ASSISTA (e acorde cidadão brasileiro!):

Leandro Hüttl Dias

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