Cristãos, a militância homossexual e o exercício da democracia


Na nossa vida diária, neste século, cristãos estão dando um banho de democracia na militância homossexual, que tem apenas usado os gays para se manifestarem em forma de baderna; isto é simplesmente falta de civilização democrática.

Cristãos laboram democraticamente pelo seu direito adquirido de liberdade de expressão. Não podem nos obrigar a aceitar o que não concordamos. Mas isso é democracia: espaço para o contraditório. 

O Pr. Walter Brunelli, Mestre em Ciências da Religião, ilustra isso assim: “Há coisas difíceis de digerir. Para mim, uma delas, por exemplo, é nata no leite; porém, há quem goste, e eu não tenho nada contra isso, contanto que não me obriguem a um castigo como esse.”

Ele narra um episódio em que estava num shopping e com isso demonstra o quando a militância gay apenas tem usado os homossexuais (o interesse é grana, são milhões envolvidos – e vindos do poder público – dinheiro de gente trabalhadora). Veja o que aconteceu:

Eu estava tomando café com a minha mulher na praça de alimentação de um Shopping Center na cidade de São Paulo. Dois rapazes, ambos negros, sentaram-se à nossa frente e, em acintoso gesto de provocação pública, começaram a se beijar e a se acariciar nas partes íntimas. Pessoas que estavam próximas começaram a se afastar, procurando outras mesas, principalmente as que estavam acompanhadas de crianças, devido ao desconforto que a cena causava a todos. Olhei para um segurança do shopping esperando que ele fizesse algo, mas ele reagiu discretamente, acenando com as mãos e com os ombros, dando-me a entender que não podia fazer nada. Se fosse um casal heterossexual, aquilo seria um “atentado ao pudor”, mas eram dois homens! Qualquer atitude que tivéssemos, por mais educada que fosse, certamente se voltaria contra nós, com dupla acusação: discriminação sexual e racial, e, certamente, o ganho de causa seria dos gays!

Senti-me impotente, totalmente desprotegido pelo Estado no direito de exercer minha cidadania! Se agora já é assim, como será depois quando, por um simples gesto ou suspeita, formos todos criminalizados por gente que quer o respeito, mas que não se dá a ele? É justo que essa via tenha somente mão de ida, e não tenha a de volta?suspeita, formos todos criminalizados por gente que quer o respeito, mas que não se dá a ele? É justo que essa via tenha somente mão de ida, e não tenha a de volta?

O pastor termina dizendo assim: “Continuo tendo náuseas ao ver uma nata flutuando numa xícara de café com leite. Posso ser respeitado pelo meu gosto? Ou será que um dia me obrigarão a engolir isso?”

Tudo bem? Legal?? Será que posso escolher meu gosto pessoal e preferência??? E se eu não gostar disso tenho que ser considerado “homofóbico” e lançado na cadeia? 

Titio vai explicar: a era medieval acabou, vivemos numa democracia, numa República de iguais. Gays não são melhores que ninguém. Todos são iguais perante a lei. Cristãos são cidadãos, cumprem deveres e pagam impostos, logo, têm direitos. Entendeu?? Não adianta forçar. Respeitem.

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