Poder e vontade

Todas as pessoas que acreditam em Deus, também acreditam que nada é impossível para Ele. O próprio Deus diz em Sua Palavra:

“Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade. Há alguma coisa difícil demais para mim?” (Jeremias 32.27).

Entretanto, o contexto em que Deus fala do Seu poder é sempre o de obediência do ser humano (seja ensinando o homem a obediência ou corrigindo a falta dela).

As pessoas muitas vezes querem a seguinte soma:

O que eu quero + o poder de Deus = a minha vontade.

Mas, o que a Bíblia Sagrada diz não é isso, mas ela contém a seguinte fórmula santa:

O que Deus quer + o Seu poder = a vontade de Deus.

É isso é bom para nós? (pergunto como ser humano). No incio parece que não, mas a Palavra ensina que sim! O problema está em nossa percepção, e, uma vez superado isso, desfrutaremos da bondade de Deus, como explica o versículo abaixo:

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2).

Porém o mais interessante ainda não é o que ganhamos, mas, promover a glória de Deus na face da terra, por meio de uma vida baseada na Palavra, pela graça, por meio das fé.

Deus nos abençoe com graça e paz!

Para que serve um pastor?

“E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcançemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” – Efésios 4:11-13

Antes de nos perguntarmos “para que serve um pastor”, é preciso responder: “por que o pastor existe?”. Pastores foram designados por Deus e dados por Ele para as comunidades cristãs a fim de que se cumpram certos objetivos. É importante especificar que estes objetivos não são traçados pela comunidade e nem pelo pastor, mas, antes, estão estabelecidos na Eterna Palavra de Deus.

O versículo acima mostra pelo menos dois objetivos das comunidades de discípulos de Jesus Cristo: (1) a obra do ministério e (2) a edificação da vida cristã. Todo cristão individualmente, e a comunidade coletivamente, precisam se concentrar na carreira cristã, na maturidade, no crescimento, na santidade, em deixar os velhos hábitos do mundo e a experimentar uma mudança nos pensamentos (interior), e, portanto, em ações (exterior); moldando-se à Palavra do Senhor. Para isso, é preciso deixar de lado opiniões pessoais ou construções religiosas feitas ao longo da jornada. Além disso, temos a obra do Ministério: recebemos dons para servir na igreja e precisamos pregar o Evangelho até que Ele venha!

Para estes fins, então, chega um pastor numa comunidade: ajudar os cristãos a manterem este foco e buscarem na graça de Deus a força para a igreja realizar a sua tarefa. E, o principal meio que o pastor usa para este propósito é a pregação e o ensino da Palavra de Deus.

Que Deus nos ajude neste mês do pastor a não nos focarmos somente na pessoa dele, mas, sobretudo, na vontade de nosso Senhor para a sua igreja. Em Nome de Jesus, amém!

O MEC trabalhando na desconstrução da família – agora o incesto.

Há algum tempo eu venho dizendo que chegará o dia em que o incesto também será visto como algo normal. Daqui há pouco teremos​ militância defendendo o incesto, dizendo que quem se opõe está discriminado e que essa é uma expressão de amor entre pais e filhos.

Vão alegar, aliás, que é a maior delas, uma vez que o sexo foi divinizado, banalizado, e confundido com amor (ele faz parte do amor de um casal, mas não abarca toda a sua compreensão). 

A promiscuidade, seguida pelo feminismo e depois pelo movimento homossexual abrirão caminho para o incesto aceito socialmente. E logo também estenderão esse conceito aos animais… como “amor” (e forma de surpir carência). A natureza humana decaída pelo pecado é capaz de muito mais coisas que ainda não vemos.

A Bíblia, em 1 Coríntios 13 preserva o ensino sobre o amor, segundo a verdade, e sem a inclusão dos erros humanos, graças a Deus – além de todo o ensino nos outros livros das Escrituras Sagradas sobre o amor.

Tal livro do MEC trata o INCESTO como algo viável e trabalha na cabeça das crianças essa relação como sendo normal, conforme explica delegado de proteção à crianca no final do vídeo.

O site G1 noticiou que os livros serão recolhidos, mas quem pagará as contas… imprimir, distribuir, recolher, substituir a literatura e afins? Todo o movimento de desconstrução da família, e às vezes o reparo dele, é pago com o dinheiro suado da família brasileira. 

Ore, pense, vote consciente e se engage socialmente naquilo que puder, a fim de alterar o destino da nossa nação.

Se Deus é amor, porque mandou matar na Bíblia?

Justiça-decide

Existe um conceito muito errado e distorcido sobre o amor, sobretudo em nossa sociedade pós-moderna e sem referenciais sólidos. A despeito disso, a Bíblia revela que o amor é bom, entretanto, que ele também é justo.

Muitas pessoas perguntam: “por que vemos na Bíblia Deus mandando matar ou permitindo mortes?”. A resposta é simples: Deus estava executando juízo. Os homens se rebelaram contra Deus e apenas estavam colhendo aquilo que plantaram na medida em que o fizeram. Não se trata de Deus ser mal, mas justo, e aplicar justiça segundo a proporção da maldade vivida pelas pessoas. Se elas não tivessem abraçado o mal, não teriam morrido.

Mas, vemos o quanto o amor de Deus ultrapassa nosso entendimento: não desejando mais punir o homem, entretanto, sem poder abrir mão do juízo (pois senão Deus poderia ser “acusado” de ser injusto), Ele mesmo pagou na cruz a pena que nos era devida, na Pessoa de Seu Filho Jesus – aqui começamos a entender a Sua bondade.

Assim, temos revelados na Bíblia a justiça e a bondade de Deus, e, então, podemos compreender melhor o Seu perfeito amor. Agora, uma vez feita essa obra, precisamos dos…

“tesouros infindáveis que estão disponíveis […] em Cristo” Efésios 3.8b, NVT.

Por isso o Evangelho é pregado. Este é o motivo de você estar lendo essa mensagem. Conheça o Evangelho de Jesus Cristo e saiba como receber salvação e perdão, pela graça de Jesus, e conhecer a verdadeira face de Deus, revelada nas Escrituras, pelo poder do Espírito Santo. Amém!

Conheça melhor o Evangelho

Você tem um dom para servir a Cristo… e está à vontade?

coroa pintura

“Vestiram-no com um manto de púrpura, depois fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram nele” – Marcos 15:17

Quanta humilhação Jesus suportou. Quanta afronta! Ficar debaixo do escárnio desses soldados, já no meio de tanta afronta e acusação, vejamos:

Neste contexto, Jesus já vinha sofrendo o processo imerecido de declínio para pagar por nossos pecados. Logo após a Ceia, o Senhor avisa Pedro que este O trairá e segue para o Getsêmani – sabendo que ali começaria a Sua agonia. Em seguida é traído por Judas. Na sequencia é julgado religiosamente pelo Seu próprio povo – pelos líderes que deveriam O adorar e honrar; logo depois é rejeitado pelo seu amigo Pedro. Por fim, é julgado pelo poder civil, e entregue na mão desses soldados.

Ali estava do Senhor do mundo! Ele de fato, como homem, foi capacitado pelo Espírito Santo a amar incondicionalmente a Deus e cumprir a Sua vontade, e a amar o mundo e de tal maneira que passou por toda essa humilhação – e o fez como ovelha muda que vai ao matadouro.

Eu admiro a capacidade de Jesus em se auto controlar por todo esse tempo. Ele poderia ter se enfurecido, mas não o fez. Ele poderia ter imediatamente pensado na Sua identidade: “Eu sou Deus, vocês são servos, não podem fazer isso comigo”, e, ato contínuo, ter acabado com tudo e todos os que estavam ali – e seria justo. Mas não, suportou tudo, até ser escarnecido por aqueles brutos soldados – e em seguida ainda viria a Via Crúcis e, então, a Sua crucificação. Havia pressão por fora e por dentro, esta incluindo o que ainda estava por vir.

Mas Ele não abriu a boca! “Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca” – Isaías 53:7. A experiência no Getsêmani sem dúvida O capacitou (Mt 26.36-46; Mc 14.32-42;Lc 22.39-46).

A pergunta para nós é: como estamos nos preparando espiritualmente para a caminhada que Deus tem para nós a fim de sermos luz para este mundo? Ou será que estamos sendo trevas? Todos vamos enfrentar crises de renúncia – é preciso fazer uma opção, e, se for a certa, aperfeiçoá-la.

Os propósitos de Deus para você são grandes? Grandes serão as lutas e grande deverá ser a sua buscar – como a de Cristo foi – embora a dEle tenha sido a maior. Dons não vão lhe ajudar: a busca ao Espírito Santo aqui é pelo fruto – independente do seu serviço. E vale para a vida de todo cristão.

Você foi chamado para a obra de Cristo? Espelhe-se no seu Senhor e não neste mundo para a sua vida pessoal, familiar e preparo para o serviço cristão. Tampouco espelhe-se neste mundo “gospel” perdido que temos por aí. A referência é Cristo, conforme revelado nas Escrituras.

Ele teve que suportar e aguardar fazerem uma coroa de espinhos para colocarem em sua cabeça, machucando-O. O que passava em seus pensamentos nessa hora? Resposta: A vontade do Pai. “E retirou-se outra vez para orar: ‘Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade’ – Mateus 26:42. Ele se preparou, trabalhou sua vida espiritual.

coroaespinhosComo reagimos quando nos fazem coroas de espinhos? Focamos na vontade do Pai? Nos preparamos com oração sincera a Deus? Não longa, pois perceba que a prece do Getsêmani foi curta e até repetitiva. Mas foi sincera, e vinda de um homem que sempre trabalho na construção da sua espiritualidade! E valeu a pena:

Coroas“Contudo foi da vontade do Senhor esmagá-lo e fazê-lo sofrer, e, embora o Senhor faça da vida dele uma oferta pela culpa, ele verá sua prole e prolongará seus dias, e a vontade do Senhor prosperará em sua mão. Depois do sofrimento de sua alma, ele verá a luz e ficará satisfeito; pelo seu conhecimento meu servo justo justificará a muitos, e levará a iniquidade deles”  – Isaías 53:10,11

De que maneira Jesus, como ser humano, conseguiu suportar tudo isso? A questão chave aqui é: Ele abriu mão da Sua vontade. Entregou-se a Deus, confiando que a vontade do Pai parecia difícil e até impossível, mas seria perfeita no seu final, como registra Isaías acima; e os Evangelhos mostram que Jesus conhecia e confia nas Escrituras, inclusive, quando adulto, com autoconsciência acerca do que elas profetizavam sobre Si – Lc 4.17-21; Mt 41-13; Mc 12.24; dentre outros.

Ele abriu mão do questão mais difícil para um ser humano fazer: a própria vontade, logo todas as outras foram possíveis, embora não fáceis e não sem sofrimento. Mas foi possível.

Vejo hoje em dia muita gente querendo saber muito e estudar Bíblia e Teologia e não estão errando, não, de jeito nenhum! Mas, o erro pode acontecer quando tudo fica no plano do intelecto, mas não toca a vontade. O alvo final do Discipulado está na vontade e não na razão – conquanto passe por esta e naturalmente a molde também, como parte indispensável para a vida cristã (Rm 12.1-2).

“Então Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” – Mateus 16:24

Você foi chamado para a obra de Cristo? Seja qual foi o dom que recebeu, precisa trabalhar você. Qual(is) vontade(s) da sua vida terá que abrir mão para a vontade de Deus ser executada através de você – afim de que se cumpram Seus propósitos perfeitos (Rm 12.2)?

Se você deixar o mundo moldar a sua personalidade, sua vida, seu papel em família e todo o resto, SEMPRE estará em busca da sua vontade – pois é isso que o mundo busca. Se for Deus, precisa haver renúncia – mas terá uma vontade perfeita e não corrompida pelo mundo, pelo pecado e pelo diabo – e vitoriosa em seu fim, fazendo-nos conhecer mais a glória de Deus, pela Sua graça.

Onde faço isso? É preciso fazer assim com sua vida toda, incluindo seu casamento, família, trabalho – e não somente no serviço da igreja; mas em todos os seus papéis bíblicos. E, quanto maior a responsabilidade e o serviço, maior será a renúncia.

Se você tem um dom para servir (e todo cristão o tem), não pode ficar à vontade… pelo menos não à sua vontade, mas à vontade de Deus. Além de servir na Obra, o crente serve a Deus com sua vida, através do discipulado. Sei que não é simpático este tipo de pensamento no mundo evangélico contemporâneo, pois não se fala de casa, carro, dinheiro, promessas e vitórias neste mundo… mas fala da Bíblia e das vitórias para a Obra de Deus.

Que Ele nos ajude. Em Nome de Jesus, Amém.

Pr. Leandro Hüttl Dias

Domesticando um deus próprio

bbíblia.png“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos” – João 14:15

Vejo o quanto as pessoas falam de Deus hoje em dia. Mas, na verdade, um deus domesticado, não o Deus Senhor e Soberano das Escrituras. As pessoas querem Deus, mas não querem crer integralmente em Sua Palavra, tampouco segui-la, pois isso implica em abrir mão de seus desejos e vontades.

Eu sei que não é fácil, mas acho interessante como cada um cria um deus para a sua consciência tranquila. O deus de um pode só ser louvado com lindas músicas, mas tolera o pecado na vida do indivíduo tranquilamente, o de outro nada sabe sobre a vida, apenas é guiado pelo seu “adorador”. São “deuses” que são usados quase que como bichinhos de estimação: o indivíduo está com ele quando quer ou pode, e ele está ali para agradar e distrair.

Não vejo, na massa que fala sobre Deus e encaminha tantas belas imagens e frases pela internet, um serviço à Sua Majestade, o Senhor, que nos deu a Salvação, uma obra fantástica, que é a Bíblia, como revelação de Si Mesmo e da Sua vontade e Seu Espírito Santo para nos capacitar. O que vejo são muitas pessoas querendo viver a sua própria vontade, numa espiritualidade ao seu jeito, e, repito, domesticando um deus próprio.

Volte-se para a Palavra do Senhor, nela está o verdadeiro – e único caminho – para o Pai. O resto é invenção. Submeta-se à Palavra de Deus e não queira fazê-lo se submeter a sua.

Em Cristo, e pela Palavra,

Pr. Leandro Hüttl Dias

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“Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seus corações” – Colossenses 3:16.

Siga o Mestre: atitude, pela fé.

jesusinterrogando“…E, andando ele pelo templo, vieram ao seu encontro os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos” (Marcos 11.27)

Fico imaginando a cena. Os ensinos de Jesus estavam perturbando a classe religiosa estabelecida – Jesus estava fazendo o que eles não estavam.

Aproximam-se de Jesus os sacerdotes, escribas e anciãos, – e um pouco de cada grupo (de fato Jesus estava perturbando). Do ponto de vista social, eles eram o poder religioso, chegando no plural, e Jesus era apenas um carpinteiro, sem nenhuma patente espiritual (Jesus como homem). Pensa na opressão e pressão que isso significava.

Entretanto, Jesus não se intimida com isso. Acho fantástico a convicção que Ele tinha e a comunhão com o Pai para se levantar contra esta classe poderosa da época que muitos temiam e sequer teriam a ousadia de contrariar.

Mas Jesus não. Ele não teme, não se intimida. O versículo seguinte diz que eles perguntaram a Jesus com que autoridade Ele fazia o que fazia. Ora, o cenário está armado, os “poderosos” chegam e perguntam, inquirem, e ainda por cima fazem uma pergunta dessa. Era de tremer nas bases para um judeu do primeiro século.

Jesus não somente não se intimida, como reage com a própria autoridade que é questionada: Ele faz outra pergunta. Mais: uma pergunta sem resposta favorável a tal classe de “poderosos” – tanto que eles não souberam responder:

“Então responderam a Jesus: ‘não sabemos’. E Jesus, por sua vez, lhes disse: ‘nem tampouco vos digo com que autoridade faço essas coisas'” (Marcos 11.33)

Pensa! Os arrogantes do início ficaram sem a resposta que queriam, chegaram em maior número, com todas as suas patentes e foram desbancados por um único homem, humilde, mas de extrema ousadia, comunhão e fidelidade para com Deus – e ainda não conseguiram responder a pergunta com a qual foram confrontados.

Os seguidores de Jesus precisam também se espelhar em sua ousadia, e receber dEle, pela fé, atitude.

Não sigamos somente os ensinos do Senhor, mas sejamos imitadores de suas ações, com a mesma disposição de fé. Amém!

E quando eu não entendo a Deus?

Nem sempre conseguimos entender Deus, e o motivo é óbvio: nossas limitações esbarram na eternidade do Criador. Então, como resolver essa equação, quando nos deparamos com situações em que não entendemos o agir de Deus?

1) Conhecer o que a Bíblia diz acerca da Pessoa de Deus, Seu caráter e Seus modos de agir

2) Entender que nenhum dos atos de Deus são divorciados de Seus atributos, que a Bíblia diz que são de Grandeza e Bondade (incluindo onipotência, oniciência, onipresença justiça, amor…)

3) Aceitar que qualquer coisa que eu não entenda deve ser aceito pela fé, crendo que Deus está sendo justo, amoroso e bom – exatamente porque Ele não pode fazer nada diferente do que Ele é: amor e justiça.

Que Deus abra nosso entendimento e nos dê clareza cada dia mais sobre aquilo que não compreendemos sobre este mundo, e o caminho para isso é crer em Jesus, o Filho de Deus como a única Verdade e Caminho para o Pai, estudar a Bíblia como Palavra de Deus, receber assistência do Espírito Santo para compreender a mensagem Revelada nas Escrituras. 📖

Graça e paz, 

Pr. Leandro

Fé vendida

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Pintura da Venda de Indulgências, Séc. 16.

 

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Banner Campanha da Prosperidade, Séc. 21.

 

Nas imagens, duas eras, mas o mesmo pecado do coração dos homens – inflamados por Satanás, naturalmente.

Muitas igrejas hoje cometem o mesmo erro da igreja no passado: buscam enriquecimento para fins humanos e não recursos financeiros legítimos para o sustento da obra de Deus. Antes, “vendiam” a salvação e o perdão dos pecados, buscando aliviar consciências culpadas; hoje “vendem” as bênçãos de Deus, despertando a ganância do coração dos homens. Além disso, exaltam pessoas, no lugar de apenas amar e respeitar o próximo.

Tudo isso deixando de lado a Palavra de Deus. E, sempre que ela é esquecida, inclusive no propósito da igreja (e sobretudo nele), as pessoas, mesmo que se digam cristãs, se perdem pelo caminho humano do pecado.

A saída? Reconhecimento do erro, arrependimento e confissão do mesmo diante de Deus, e, no plano natural, abandono do caminho errado acerca do que é ser igreja e um retorno aos padrões da Bíblia. Aconteça o que acontecer, façam o que fizerem, “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre”. Hebreus 13:8.

Se você faz parte de uma igreja, não compare a prática com a tradição ou com o que lhe disseram que é certo, mesmo que seja alguém da sua família, mas, compare sua igreja com a Bíblia e veja no que ela pode se tornar mais pura aos olhos de Deus.

O objetivo é trabalhar na pureza das igrejas e não apenas apontar o engano. Mas, para que igrejas sejam puras, é preciso que indivíduos estejam buscando aperfeiçoar a sua salvação, pela graça, por meio da fé.

Que Deus nos ajude a sermos fiéis à Sua Palavra até a morte, em Nome de Jesus, amém.

Pr. Leandro